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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cresce o uso de apostilas no ensino infantil



Fonte de polêmica no ensino fundamental e médio, o uso de apostilas elaboradas por sistemas de ensino privados cresce também no ensino infantil, etapa voltada para crianças entre 4 e 5 anos. Pesquisa feita pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que, de 2008 para 2009, o número de municípios do Estado que adotam o modelo subiu de 24 para 32. Há dez anos, só 4 cidades tinham apostilas para essa faixa etária.
As apostilas também são utilizadas atualmente por muitas pré-escolas privadas, embora educadores se posicionem contra a prática nessa etapa da vida escolar. Até os 5 anos, a orientação do Ministério da Educação (MEC) é para que sejam priorizadas as brincadeiras, adiando a entrada do aluno em um ensino mais sistematizado e com maiores regras e cobranças.
A pesquisadora Theresa Adrião, autora do estudo e professora da Faculdade de Educação da Unicamp, afirma que o grupo de municípios que aderiu aos sistemas apostilados na pré-escola concentra cidades com até 200 mil habitantes.
“Está havendo um crescimento da adoção deste tipo de material para a educação infantil. As escolas privadas já usavam há alguns anos, mas as redes públicas começaram a entrar agora”, afirma Theresa Adrião. “No ensino apostilado, as aulas são padronizadas, assim como os temas e as atividades pedagógicas”, diz.
Um dos temores dos educadores é que, justamente na fase em que a criança precisa de estímulos diversos, com brincadeiras e atividades lúdicas, as aulas fiquem limitadas às atividades propostas nos cadernos, o que restringiria a criatividade e a experimentação dos pequenos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
[ + ] Uol Educação

terça-feira, 2 de novembro de 2010

ÁLBUNS DO PICASA


Podemos encontrar na internet acesso a vários álbuns do picasa de recursos didáticos e de livros úteis ao trabalho da educação dos pequeninos.
A seguir alguns desses álbuns para você pesquisar.

Coleção Tindolelê, Alfabeto da Abelhinha, A Mágica da Letras…

[ + ] http://picasaweb.google.com.br/annevilaca


Redação para Crianças, Lápis na Mão, Apostila Método Fônico…

[ + ] http://picasaweb.google.com.br/atividadesescolares


Coordenação Motora, Dificuldades Ortográficas, Desenhos e Moldes…

[ + ] http://picasaweb.google.com.br/mirian1018


Cantigas Patatí Patatá, Letras Decoradas, Livros dos Animais…

[ + ] http://picasaweb.google.com.br/vsulien


Professor Sassá, História da Dona Baratinha, Unidunitê…

[ + ] http://picasaweb.google.com.br/vagaldino

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ATIVIDADES para a PRÉ-ESCOLA


Mais um link para aproveitar ao máximo. Atividades diversas sugeridas sobre a pré-escola.

Façam bom proveito!
(do rota83.com)

EDUCAÇÃO INFANTIL melhora o desempenho escolar das crianças


As crianças que passam pela educação infantil apresentam desempenho melhor ao longo da vida escolar. Pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas em parceria com o Ministério da Educação e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) revela que a diferença nas notas dos estudantes que tiveram escolaridade prévia ao ensino fundamental na Provinha Brasil – exame criado pelo MEC para conferir a capacidade de leitura dos alunos após a primeira série do ensino fundamental – chega a 10%.
O estudo Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa verificou a qualidade das creches e pré-escolas de seis capitais brasileiras (Belém, Fortaleza, Campo Grande, Rio de Janeiro, Teresina e Florianópolis) e o impacto que a freqüência a essa fase do ensino causa na trajetória escolar de uma criança.
A primeira conclusão do estudo é que as escolas da educação infantil não vão bem. A maioria não obteve desempenho considerado adequado pelos especialistas que realizaram a pesquisa. Em uma escala de zero a dez, esses colégios ficaram com nota 3,4, mas houve diferenças entre os desempenhos das escolas.
Nas creches, 70,9% dessas diferenças são explicadas por critérios como infra-estrutura, número de atividades desenvolvidas com os alunos, acesso a transporte escolar, salários dos diretores idade dos professores e a localização da escola em locais onde a população era mais escolarizada.
Com base nessas informações, os pesquisadores da Fundação Carlos Chagas iniciaram diferentes comparações entre os dados dos alunos e as notas obtidas por eles na Provinha Brasil. Apenas três cidades participaram dessa parte do estudo, pois eram as únicas que possuíam as notas individualizadas dos estudantes para basear as comparações.
Os pesquisadores enviaram mais de 4 mil questionários às famílias dos estudantes que participaram da Provinha Brasil em 2008. Cruzaram as informações sobre as escolas de origem dos estudantes cujas famílias responderam os formulários e cujas creches ou escolas haviam sido avaliadas também pela pesquisa. Um grupo de 150 crianças que não haviam passado pela educação infantil também foi avaliado. Ao final, 762 alunos foram usados na amostra.
Desse total, quase metade (46%) fazia parte dos que conseguiram atingir níveis de leitura e escrita considerados bons para a segunda série do ensino fundamental. A conclusão é que, entre os melhores, 10% tinham cursado educação infantil. “Não temos dúvida de que essa fase faz diferença na formação das pessoas. Por isso, o maior desafio do Brasil é oferecê-la com qualidade”, destaca Maria do Pilar Lacerda, secretária de Educação Básica do MEC.
Além disso, influenciaram as notas dos estudantes: ter a idade ideal para a série, não ter sido reprovado, estudar em uma boa escola de ensino fundamental e que esteja em um bairro de comunidade escolarizada, fazer parte de uma família em que a renda é superior a dois salários mínimos e na qual a mãe completou o ensino médio, pelo menos. “É interessante e provocador perceber que os estudantes que não reprovaram tiveram médias melhores. Esse é um debate que precisamos levantar. Será que reprovar uma criança de seis anos vai ajudá-la a aprender? Os dados mostram que não”, afirma.
[ + ] iG Educação

GARATUJA: A importância dos rabiscos para a criança


Pablo Picasso, o artista espanhol, dizia que, aos 12 anos, já desenhava como o pintor italiano Rafael, mas precisou de toda uma existência para aprender a desenhar como as crianças.
A garatuja, nome dado aos rabiscos infantis aos quais ele se referia, pode não fazer muito sentido, mas é uma maneira de o seu filho se comunicar.
Os primeiros desenhos, por volta dos 14 meses, são traçados longitudinais, desprovidos de controle motor e sem sentido. Com 1 ano e meio, surgem os movimentos circulares. A partir dos 3 anos, eles se fecham em formas independentes. Ganham significado, ou seja, a criança lhes atribui nomes e conta histórias sobre o que retratou. Aos olhos dos pais, os rabiscos ficam mais reconhecíveis. Nessa fase, aparecem os primeiros indícios de figuras humanas. “A evolução da garatuja é paralela ao desenvolvimento cognitivo da criança”, afirma a pedagoga Ana Paula Yazbek, diretora do Espaço da Vila, de São Paulo.
É por isso que a familiaridade com lápis e canetas é tão importante para a escrita. “Há atividades que o ser humano desenvolve naturalmente, como, por exemplo, caminhar. Habilidades, como escrever, precisam de treino”, explica o neuropediatra Luiz Celso Villanova, da Universidade Federal de São Paulo.

Estimular é importante

A pedagoga explica que, a princípio, a criança ignora os limites do papel. “Cabe aos pais mostrá-los, pois ela ainda não sabe que existe um lugar certo para desenhar”, diz. Os pais devem mostrar interesse por essa “vontade” de desenhar. “É preciso valorizar a produção, mas lembrando que nessa fase ainda não existe preocupação estética”, observa Ana Paula. Ela recomenda lápis mais grossos. E não se esqueça de supervisionar o seu artista, para que ele não se machuque ou, ainda, rabisque as paredes.

Evolução do traçado:

- 14 meses: Rabiscos sem forma ou intenção. Pouco controle dos movimentos, que se originam nos braços ou nos ombros.
- 18 meses: Surgem os primeiros movimentos circulares, intercalados com retas. Maior controle sobre os músculos da mão.
- 3 anos: Traços ganham formas. Desenhos recebem nomes. Aumenta a coordenação motora sobre o pulso e os dedos.
[ + ] Fonte: Crescer

ATIVIDADES PARA MATERNAL, JARDIM 1 E 2


Atividades Maternal
http://picasaweb.google.com.br/babyguedes/AtividadesMaternal#

Atividades Jardim 1

http://picasaweb.google.com.br/anacristina30/AtividadesParaOJardim1#

Atividades Jardim 2

http://picasaweb.google.com.br/100931853835050901380/ATIVIDADESJARDIM2#

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Como preparar seu filho para a chegada do irmão


É natural o ciúme pintar quando se comunica uma nova gravidez à criança mais velha da casa. O que não deve ser feito de jeito nenhum neste momento é ignorar o sentimento do primogênito, por considerar o fato ‘apenas uma fase’. “Os pais devem ter paciência com toda expressão de sentimento da criança, e o ciúme é uma reação emocional normal, que deve ser resolvida com muito diálogo e compreensão.

Adoecemos e fazemos adoecer quando negamos ou ‘desconhecemos’ uma emoção”, explica Vera Risi, terapeuta de casal e família, diretora de comunicação da Associação de Terapia Familiar do Rio de Janeiro.

Conheça agora os principais deslizes que os pais cometem neste momento e aprenda a driblá-los:

1. Demorar para contar sobre a gravidez

Segundo a pediatra do Hospital Santa Catarina, Márcia Sanae Kodaira, a criança tem um feeling e deixar para contar que elas vão ganhar um irmãozinho apenas quando ele está prestes a nascer é um engano. “Os bem novos não têm percepção, mas os pequenos em idade pré-escolar, a partir dos dois anos, não podem ter a inteligência subestimada”, aponta. Conte após o primeiro trimestre, quando não há risco de aborto, para que a criança não se frustre.

2. Deixar o mais velho em segundo plano

“É o principal erro cometido pelos pais”, conta o psicólogo Carlos Eduardo Fernandes. Obviamente o recém-nascido exigirá mais cuidados e atenção, porém os mais velhos precisam ter assegurados seus lugares na família e, principalmente, o amor que os pais sentem por eles. Isso é possível com diálogo constante e com a participação do filho na preparação do quarto, escolha das roupinhas, consultas médicas, dia do ultrassom… Eles se sentirão importantes.

3. Omitir explicações

Com a chegada do bebê, é importante que a criança saiba tudo o que é importante sobre o nascimento deles. “É um ótimo momento para pais explicarem para os filhos, de uma maneira apropriada para a idade deles, de onde vêm as crianças”, ressalta Carlos.

4. Propagar a chegada do novo amigo

Dizer que o bebê vai brincar com o irmão mais velho é propaganda enganosa. Os especialistas são unânimes em dizer que este argumento é falho, pois quando o bebê nasce ainda não interage e o mais velho se sente enganado.

5. Incluir responsabilidades na vida da criança

Cuidado ao dizer que o mais velho cuidará do caçula. De acordo com Carlos, é preciso incluir a criança na preparação da nova rotina da casa, porém jamais deixar subentendido que ela terá obrigações no trato do bebê. Peça para pegar uma fralda, para estar por perto na hora do banho, mas não dê a entender que a criança é obrigada a fazer essas tarefas.

6. Negar excessivamente o contato, por cuidado

“Gestações de alto risco impedem as mães de carregar peso, o que inclui o filho mais velho, porém basta pedir para alguém segurá-lo e ficar ao lado brincando”, ensina Márcia. Em gestações normais, as mães podem e devem continuar a brincar e pegar seus filhos mais velhos no colo, jamais afastá-los. Converse regularmente com o obstetra sobre a questão, mas mantenha sempre contato realmente próximo com o pequeno – abraçando, acariciando, lendo para ele etc.

7. Iniciar transformações bruscas no cotidiano

“Alguns fatores devem ser tratados com cuidado no período que antecede o nascimento do bebê, como mudança de escola, casa…”, cita a terapeuta Vera. Até mesmo mudar a criança de quarto ou fazê-la dividir o espaço que até então era exclusivo com o caçula pode exacerbar o ciúme. Se isso tiver que ser feito, faça com muito cuidado e diálogo, sempre incluindo o primogênito nas decisões, pontuando como tudo aconteceu na época do nascimento dele, deixando claro que toda atenção e cuidado que está acontecendo neste momento também aconteceu com a sua chegada.

8. Abordagens equivocadas

Quanto menor a criança, mais lúdicas as conversas devem ser sobre a chegada do novo membro da família. “Porém, conforme ela cresce, o assunto deve ser tratado de forma mais séria. Com a chegada do bebê, os filhos podem se sentir rejeitados pelos pais”, explica Carlos Eduardo. Portanto, é preciso cuidado para que eles não se sintam menosprezados ou subestimados pela forma como o assunto é tratado.

9. Superproteger o mais velho

Embora o primogênito deva participar de todas as decisões e ser inserido na reorganização da rotina, deixar o menor sob os cuidados da babá para dar mais atenção para o maior também é uma cilada. “O mais velho vai achar que isso é normal, mas de repente, o bebê começa a ficar bonitinho, dar risada, andar e a incomodar, então será tarde para reverter o quadro”, esclarece Márcia.

10. Impedir o mais velho de tocar o neném

Mesmo que um dos dois esteja doente, coloque uma máscara na criança, mas permita que eles se toquem. Fique de olho, porque é natural o mais velho (quando não tem ninguém olhando), querer bater, pegar no colo sozinho e outras atitudes que podem colocar o mais novo em risco; por outro lado, não mantenha o bebê em uma redoma de vidro, impedindo o mais velho de chegar perto.

11. Ostentar

“Mostre a decoração do quarto, mas não fique apontando tudo o que comprou para o irmão mais novo, item por item”, diz a pediatra. Se sentir excluído em relação aos bens materiais pode ser tão prejudicial quanto a falta de atenção, cuidado e carinho. Pior, pode direcionar o raciocínio infantil para todas estas faltas.

[ + ] Fonte: iG Delas